Efêmero (Poesia)

A dor de cabeça está me matando, tentei escrever algo profundo, sem sucesso.
Tem dias que corro pra depressão não me pegar, nesses dias de bad tudo o que resta é chorar
Se deus viesse até mim e dissesse que sou um péssimo filho
Terei que voltar e refazer o mesmo ciclo.

O meu extinto é o único vinculo com os sonhos.
Sigo a caminho do precipício, na terra dos vícios me mantenho limpo e sempre com o pé no abismo.
Posso cair a qualquer momento, o momento é efêmero, um dia estou aqui e no outro acolá
Somente a arte irá sobrar do que a vida vai cobrar.

Me arrisco pois não tenho o poder de ser eterno, me arrisco pois a vida já é um risco.
Desse risco faço o rabisco, não quero o título de rabino, cada ser tem um pouco de paladino dentro de si.
As nossas palavras carregam um peso imenso
Tudo que você imagina se materializa, os desejos são poderes sagrados que devem ser usados com cuidado…

E mesmo que a noite caia nunca deixe de acreditar no brilho do sol
Mesmo que a sua alma se perca por alguns momentos, tenha calma, ela sempre volta pra casa.
Somos o que somos, sempre mudamos, sempre avançamos
Somos o que somos, sempre lutámos, ganhando, nunca mudamos…

Posso ser louco mas nenhuma mente sã vai conseguir me parar
O que vamos realizar? O que vamos idealizar?
Somente o coração responderá, com certeza posso te dizer
“Só os loucos sabem” o que é realmente amar…

Publicado por Kaue olah Lopes

Compositor /Poeta 🦋✍🏼 ♿️22 anos 📚Jornalismo

Um comentário em “Efêmero (Poesia)

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