Diabo de terno.

População em estado terminal, pátria vivendo eternamente no seu ciclo menstrual
No jogo ninguém ganha, roupa rasgada, dane-se o material
Perde quem trampa a vida toda e não consegue acumular nenhuma fortuna
Eles me rotulam tipo aquele cara da sua rua, homens não tem a alma nua.

Espero que eu durma, algum dia suma
Apareça no show de Truman pra não vê essa merda explodir
Ideologias vão colidir, muitos vão rir
Juntar seus gados, subir ao poder, depois ficar calado.

Escondem seus tratos, bando de trapos
Nunca revelam seus pactos, são como cactos
Terno do diabo, amaldiçoado
Cada um defendendo seu lado mas por trás das câmeras acaba sendo tudo igual.

Inocentes caminham para inalar o gás, desta vez Hitler não vai estar lá
E mesmo assim crianças vão chorar
Sem amor, sem piedade, sem compaixão
E num piscar de olhos tudo pronto para grande irmão.

O sistema sempre foi o sistema, essa pirâmide não vai cair
Me diz, pra que cadeira elétrica se nossa raça já se mata?
Deixe que aos poucos tudo evapora e ninguém mais vai lembrar de ontem
Do que foi feito ontem, extermine as cinzas da Fênix…

Reunião completa o planejamento, humano sem sentimento
Os alienados não precisam dar o consentimento
Eu sou o rei no jogo de xadrez, protegido pela mais alta torre
Incapazes de invadir o cofre, temos todas as almas, sugamos todo o sangue e você aí desacordado…

Publicado por Kaue olah Lopes

Compositor /Poeta 🦋✍🏼 ♿️22 anos 📚Jornalismo

%d blogueiros gostam disto: