Apagar das cores. (Poesia)

As dores nunca vão passar independente do que você faça
Tente sobreviver em um mundo onde pessoas te ferem como se você não fosse nada
Já quis aquela taça sagrada, beijei seu rosto por vaidade
Não entendi o principio da saudade, queria sentir o gosto da liberdade.

Essa luz me guia enquanto a sombra perturba, tudo o que há dentro se cala
Sua voz já foi o meu aconchego, aconselho a esquecê-la o mais rápido possível.
Sempre durmo com o gosto amargo na boca, enxergo de longe minha alma pedindo socorro
Se ausentou por um momento, ajudar pra quê se no dia seguinte cometerei o mesmo erro?

Os caras falam que sou sensível, me acho invisível
Com a força do Sr incrível, vilão tipo doutor destino.
Não jogue seu caminho nas mãos do destino, ele é cretino
As ruas estão sem sentindo, às vezes me sinto dirigido uma obra do Tarantino…

Cobras mordem por extinto, escolha seu caminho
Sigo o ciclo em círculos, enquanto o amor é um auxílio
Nada de significativo, autores em vício.

Sonhei com ela do meu lado vendo a aurora boreal, acordei e mentalizei a música do Rael
Tento ser fiel na minha escrita, é nessas que o coração vacila
Nesses segundos o sobrenatural pinta e a criança te pega na cinta
No fim, falo das dores ao apagar das cores…

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Publicado por Kaue olah Lopes

Compositor /Poeta 🦋✍🏼 ♿️22 anos 📚Jornalismo

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