Suicidas do tempo (Poesia)

Buscando caminhos, histórias inexplicáveis no meio
Entro em rota de colisão, nunca subestime meus pensamentos
Fazendo uma rima pra melhorar o meu espírito
Nem sempre funciona e a alma começa a gritar.

Estar sorrindo não significa que estamos bem
Estar vivo significa que outra chance está por vir
Aproveito as chances que a vida me dá, tiro poesias do submundo
Tiro no escuro, é apenas o momento.

É na noite que meus demônios se libertam, entro em sono profundo
Sinto que estou levitando, à essa terra não pertenço mais.
Sonhos e loucuras, guerra espiritual
Batalhando contra o meu mal, o meu ego não pode ser o tal…

O orgulho destrói, amor reconstrói
Deixei os dois escapar pela palma da mão
Mágoas passadas, as flores estão enterradas numa lápide distante
Vivo nesse jogo constante de ser melhor que antes…

Reinicio a fase, porque falhei mais uma vez
Anjos estão aqui mas não consigo vê-los
Será que o meu coração não está puro?
Falo dos defeitos, foram tantos desacertos.

Boto o pé no freio, respiro e vou
A vida é só uma para ser desperdiçada tão cedo, somos suicidas do tempo
Não tem jeito, por mais que você corra, a morte vai te pegar
Aproveite da melhor forma sua estadia, nascemos do caos em busca de abrigo…

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

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2 comentários em “Suicidas do tempo (Poesia)

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