Maré (Poesia)

Deito no colchão, flerto com a solidão Fogo na maldição, tenho o controle da transformação Não faço nada por obrigação, faço porque tenho uma ligação Escrevendo compulsoriamente sobre monstros que estão na minha frente. Tenho alma, amor calma Sei que estou distante, olhos fixados na vitrine Cravejando diamantes, prestes a estourar algum dinamite Algo queContinuar lendo “Maré (Poesia)”